4 de abril de 2012

Dezessete meninas cristãs desaparecem de escola no norte da Nigéria

Em setembro de 2011, o Ministério da Educação do Estado de Bauchi ordenou o fechamento da Escola Secundária Meninas do Governo (sigla em inglês - GGSS) em Tafawa Balewa, devido ao aumento das tensões na região norte do país nos últimos meses, nas quais igrejas foram queimadas e cristãos mortos por radicais islâmicos.


  Dezessete estudantes do sexo feminino (com idade entre 15-22 anos) foram transferidas para outra faculdade para meninas, distante de Tafawa Balewa e, desde então, o paradeiro delas é desconhecido. Após visitar suas filhas na “nova” escola, os pais foram informados pelas autoridades escolares que não tinham conhecimento do paradeiro dessas alunas.
  De acordo com uma fonte sigilosa, este incidente não foi nenhuma surpresa para muitos crentes da região, pois o desaparecimento de meninas cristãs é muito comum no Norte da Nigéria.
  Os líderes da igreja em Tafawa Balewa, que é uma cidade devastada por vários ataques por parte dos jihadistas islâmicos, estão olhando para o incidente como parte da jihad contra a comunidade cristã no Norte. Toda a comunidade cristã de Tafawa Balewa está sofrendo com o desaparecimento das dezessete meninas. Segundo a fonte, a possibilidade de as meninas ainda estarem vivas é pequena. No momento os líderes de igrejas da região estão planejando medidas a tomar.
Pedidos de oração:
•Ore para que o Senhor fortaleça essas famílias. Ore para que o Senhor esteja no centro das suas decisões.
•Por favor, orem pelo retorno seguro das meninas para casa.
•Ore para que Deus use essa situação para fortalecer a Igreja e a comunidade cristã em geral.

O Clamor de um pastor paquistanês

  Dando uma pausa na leitura, refletindo e orando sobre a palavra de Deus, ele caminhou até a frente da casa pastoral onde ele e a família moravam, dentro do terreno da igreja. Escutou o barulho do trânsito caótico e confuso, do outro lado do muro da casa localizada no centro de uma cidade movimentada e fervilhante com uma população 95% muçulmana.
  Foi quando percebeu um homem com traje típico paquistanês se aproximar da porta da igreja. Por suas roupas, o pastor deduziu tratar-se de alguém de uma tribo do norte, onde as tropas do governo se digladiavam diariamente com extremistas islâmicos instigados pelos talibãs do outro lado da fronteira.
Incomodado com o sino da igreja que tocava para anunciar a hora, o homem cuspiu no chão e começou a amaldiçoar. “O Paquistão enfrentará o fogo do julgamento por permitir que esses kafir (infiéis) construam suas igrejas de blasfêmia!”, ele bradou em alta voz para que os pedestres pudessem ouvir.
  O pastor concentrou sua atenção na porta da igreja, onde uma tropa de 12 policiais armados montava guarda 24 horas por dia. Em resposta a um alerta que correu na cidade inteira, avisando que as igrejas da cidade seriam atacadas, o governo enviou uma segurança adicional para proteger a igreja deste pastor das ameaças de um bombardeio ou de alguma agressão armada.
Ele balançou a cabeça se lembrando de como seu ânimo desfalecera, há algumas semanas, quando sua filha de 12 anos lhe trouxe um bilhete de ameaça que encontrara no pátio da igreja quando voltava para casa. O bilhete anônimo era breve, mas incisivo em suas declarações: “Os cristãos apoiam o Ocidente. Eles são aliados de uma sociedade imoral e culpada. O islã nada tem a ver com eles. Todos os cristãos devem ou se converter ao islã e entregar suas igrejas para se tornarem mesquitas ou então deixar o Paquistão.”
“Somente pessoas autorizadas poderiam atravessar a guarda armada e entrar no terreno”, o pastor pensou sem conseguir disfarçar seus temores diante da esposa e das filhas. Aquele bilhete não poderia ter sido apenas “lançado por debaixo da porta”, como a polícia sugeriu quando ele deu queixa.
  Ele preferiu ignorar o ofensor que blasfemava e retornar ao seu estudo bíblico, tentando trazer a concentração de volta para a preparação do sermão sobre Isaías 55, acoplado ao convite de Jesus para o evangelho: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”.
De volta à sua escrivaninha, ele lutou para praticar o que planejava pregar. “Como posso dizer ao meu povo que há descanso em Jesus quando eu mesmo estou lutando, hoje, para conseguir descansar nEle?”, ele falou em voz alta para se obrigar a admitir que sentia ansiedade e medo. "Há alguém em volta de nós que está envolvido de alguma forma com o extremismo?", ele ponderou. “Alguém que conseguiu romper a barreira policial para colocar esse bilhete no pátio, antes de minha filha atravessá-lo? Se eles conseguiram chegar até lá é sinal de que podem chegar mais perto a qualquer momento!”
As possibilidades eram muitas. Talvez houvesse um policial fanático entre os guardas da porta da igreja. Ou infiltrados na congregação. O pastor sentia com alguma frequência a presença perturbadora de gente suspeita entre os membros da congregação. Ou talvez fossem apenas agentes secretos da polícia escalados para “protegê-los”, na medida do possível, dos grupos hostis.
  Ele não conseguia desvincular seu desconforto das lembranças que surgiam dos interrogatórios periódicos a que fora submetido pela polícia secreta. Eles tentaram bisbilhotar todas as áreas da atividade da igreja, fazendo perguntas em muitas direções para confundi-lo e fazê-lo tropeçar. 
E como sempre, ele vivia com medo de que ele ou algum dos membros da congregação pudessem ser alvos de acusações forjadas de blasfêmia. Com certeza, qualquer cristão acusado de blasfêmia contra o islã, o alcorão, ou o profeta Maomé estaria indefeso diante da polícia e dos procedimentos judiciais: prisão imediata, espancamentos, e anos no cárcere. Só piorava as coisas os cristãos serem interpretados na mídia como intimamente ligados ao ocidente. “Esta é uma imagem falsa que o islã divulga, levando todos a acreditarem que nós somos estrangeiros imorais e traidores deste país. Nós somos paquistaneses, mas por sermos cristãos eles nos tratam como inimigos!”
  O pastor não ousava contar aos cristãos que conhecia no ocidente a respeito de todas as perseguições que sua igreja enfrentava. Ele sabia bem que se os estrangeiros protestassem, pressionando seu governo para intervir, isto tornaria as coisas ainda piores para os crentes do lugar.
    
  “Nós todos sabemos como eles odeiam cristãos neste país”, ele suspirou.
Quebrantado, ele caiu de joelhos, liberando sua tensão e seus medos. “Eu não posso continuar nesta missão, Senhor, a não ser que tenha gente orando por mim. Ensine-me e mostre-me como descansar em Ti, como lançar todo esse fardo sobre Ti, para que eu possa ajudar meu povo a fazer o mesmo.”
“E, por favor, não deixe que nossos irmãos e irmãs cristãos ao redor do mundo se esqueçam de nós – lembre-os hoje de orar por nós, lembre-os para nos ajudarem em nossas batalhas espirituais. Somente juntos nós podemos derrubar as fortalezas que o inimigo levanta contra nós.” Quando voltou a ficar de pé, o pastor lembrou-se que o apóstolo Paulo, certa vez, tinha perdido a esperança até da própria vida. E o que foi que lhe devolveu a esperança para prosseguir e não desistir? 
  Ele manuseou a Bíblia à procura do primeiro capítulo da Segunda Carta aos Coríntios. “Sim, aqui está – a resposta para mim e para toda a minha congregação!” Então, leu lentamente os versículos 10 e 11: “Ele nos livrou e continuará nos livrando de tal perigo de morte. Nele temos colocado a nossa esperança de que continuará a livrar-nos, enquanto vocês nos ajudam com as suas orações. Assim muitos darão graças por nossa causa, pelo favor a nós concedido em resposta às orações de muitos.”
“É assim que vou terminar meu sermão de amanhã!”, ele disse, finalmente descansando o coração. “Paulo também não podia dar conta sozinho. Ele sabia que ‘as orações de muitos’ era a chave. Essa é resposta de Deus para nós, nos manter confiantes para o que possa estar por vir!”

Oficiais do governo prendem cinco cristãos no Laos

Cristãos são presos sob a acusação de “conduzir movimentos religiosos sem permissão oficial”
Os cinco cristãos do bairro de Palansai foram participar de um culto na aldeia Boukham, nas proximidades do distrito de Ad-Sapangthong. A Human Rights identificou os cinco por seus primeiros nomes, como é habitual no Laos: Phosee, Viengsai e Alee da aldeia Phosai; Poon da aldeia Pone e Narm da aldeia Natoo.
Anteriormente, eles haviam realizado muitos trabalhos cristãos em Boukham, na província de Savannakhet, sem nenhuma interferência das autoridades.
"Isso virou rotina no Laos", disse um pastor da capital ao Compass, sob condição de anonimato. "Na capital do país temos visto as coisas melhorarem um pouco. Mas as leis mudam com muita facilidade. As coisas podem mudar do dia para a noite, e a situação ainda é muito difícil nas províncias”.
Membros da igreja Boukham se reúnem em uma casa particular, como fazem a maioria dos cristãos dos outros povoados da província. Os oficiais do governo se opõem fortemente aos pequenos grupos reunidos fora do guarda-chuva de igrejas aprovadas como a Igreja Evangélica do Laos (LEC), mas muitos cristãos preferem se reunir em casas-culto, por causa dos controles existentes sobre as atividades da LEC.
Após a prisão, que aconteceu às 14h no domingo, as autoridades mantiveram os cinco cristãos detidos no quartel general da vila Boukham, também usado em dezembro de 2011 na detenção de oito líderes de igrejas presos por reunir cerca de 200 cristãos para uma celebração de Natal.
Os oito líderes presos, em dezembro, alegaram que tinha pedido e recebido permissão para organizar o evento; inclusive, convidaram o chefe da aldeia para participar. O chefe se juntou a eles para a refeição de celebração, mas saiu antes do sermão. Forças de segurança da vila chegaram pouco tempo depois.
Naquela época, representantes da LEC pagaram uma multa para a liberação de um dos detidos, mas não tiveram sucesso na libertação de outros sete.
Uma semana depois, em 21 de dezembro, autoridades alertaram os 47 cristãos de uma igreja da aldeia Natoo, próxima ao distrito de Palansai que eles deveriam desistir de sua fé ou irem embora da aldeia.
"Temos implorado ao governo que respeite a liberdade de religião e crença, assim como garante a Constituição do país", disse um funcionário da Human Right em comunicado divulgado no domingo (25 de março).
O pastor disse que, embora as condições tenham melhorado na capital, as igrejas estão começando a enfrentar problemas típicos das igrejas ocidentais, o materialismo.
"Agora temos muitos grupos que entram no Laos para oferecer dinheiro", disse ele. "Antes, todos os pastores compartilhavam o mesmo carro velho. Mas agora todos têm o seu próprio carro, seu próprio computador, e não precisam mais compartilhar seus recursos com ninguém. Todos querem uma boa casa e dinheiro para enviar seus filhos às escola - e quem pode culpá-los por isso?”. Antigamente, disse ele, as igrejas experimentaram uma maior unidade.
"Antes disso, eles olhavam para Deus como sua única fonte de ajuda", acrescentou. "Agora eles olham para os outros. Nossa maior necessidade é voltar ao primeiro amor, e viver em unidade.”

Pais e extremistas islâmicos surram jovem cristã na Índia

Rekha Khatoon, uma jovem de 22 anos, foi expulsa de casa por testemunhar ter sido curada por Jesus, em um vilarejo predominantemente muçulmano no estado de Bengala Ocidental, na Índia. Seus pais ajudaram os extremistas a surrá-la, até quase perder a consciência.
O ataque a Rekha Khatoon, ocorreu em Nutangram, Murshidabad, onde muçulmanos extremistas ameaçaram matar 25 famílias que inicialmente demonstraram interesse por Cristo, das quais  somente cinco, assustadas, permaneceram.
“Eu disse com ousadia àqueles que me surraram que posso deixar meus pais, mas não deixarei Jesus, disse Rekha. Jesus me curou e não posso esquecê-lo”.
Rekha estava voltando de um culto da Igreja dos Crentes, no Salão de Al Hamdulilah, quando seus pais e os extremistas a atacaram, disse ela. Eles a chamaram de pagã, entre outras ofensas. A multidão também insultou a cristã que encorajou Rekha a confiar em Jesus como Senhor, Aimazan Bibi, disse Bashir Pal, pastor e fundador da Igreja dos Crentes.
"Na mesma noite, o pai de Rekha, Nistar Shaike, e cerca de 20 radicais muçulmanos cercaram a casa de Aimazan, gritaram slogans anticristãos, ameaçaram fazer mal a ela e a sua família e a acusaram falsamente de ‘persuadir’ Rekha a se converter ao cristianismo", contou o Pastor Bashir à Compass Direct News.  
Após se ver só em uma estrada, depois da surra, Rekha se refugiou no lar de Aimazan Bibi. Rekha conheceu Amaizan Bibi no ano passado e lhe contou sobre sua doença no aparelho reprodutor que a fazia sangrar muito e a mulher idosa compartilhou com ela do Evangelho de Cristo e de Seu poder curador, disse o Pastor Bashir.
“Após Rekha saber de sua doença, ela conheceu um dos membros de nossa igreja, Aimazan Bibi, e compartilhou de seu problema físico com ela, contando-lhe que sua doença estava ficando pior, por ela não poder comprar mais remédios”, disse ele.
Aimazan também convidou Rekha para frequentar a igreja. Em 23 de outubro, Rekha veio ao local de culto, onde mulheres cristãs lhe impuseram as mãos, disse ele. O pastor e a congregação pediram a Deus, em o nome de Jesus pela cura de Rekha.
“Ela recebeu a cura de Cristo e, desde então, passou a frequentar os cultos sempre que podia”, disse o Pastor Bashir. “Em 17 de janeiro, Rekha compareceu a uma reunião da igreja doméstica em seu vilarejo e, mais uma vez, testemunhou que Jesus a curara, e que ela não havia tomado nenhum remédio desde 23 de dezembro”.
Ele disse que os extremistas muçulmanos alertaram Rekha para não ter contato com os cristãos. Ao saber que ela estava frequentando cultos cristãos, seus pais a avisaram para não se relacionar com cristãos e não participar de suas reuniões, disse Aimazan Bibi.
“Entretanto, ela lhes disse que não podia esquecer Jesus, nem Seu amor por ela”, disse.
A esposa do Pastor Bashir, Anasea Pal, enfermeira, acrescentou que, em outra reunião da igreja doméstica, Rekha trouxe sua irmã e testemunhou sobre a cura que recebera. Rekha, desde então, se mudou para outro local, onde vive confinada a maior parte do tempo, para sua proteção.
Rekha e sua mãe já tinham frequentado cultos na igreja anteriormente. Isto foi em 2009 até que muçulmanos da região, furiosos em ouvir que várias mulheres estavam frequentando os cultos, avisaram-nas para cessar todos os contatos com cristãos ou sofreriam as consequências. A mesquita da região, então, ofereceu à mãe de Rekha um emprego de levar comida para o líder islâmico local para assegurar-se de que  ela não teria mais contatos com cristãos.  Ela também impediu que Rekha frequentasse as reuniões cristãs.
As tensões predominam na região, com radicais muçulmanos furiosos ameaçando causar danos às cinco famílias cristãs sob qualquer pretexto. Além de assediar Aimazan Bibi, os extremistas arruinaram o negócio de seu filho, Sirajul Shaike, jogando fora todos os seus vegetais e perseguindo-o fora do mercado do vilarejo.
“Está muito difícil para eles agora, uma vez que vender vegetais é a principal fonte de renda da família”, disse o Pastor Bashir.
Os cristãos de Nutangram têm suportado todo o tipo de tortura física e boicote social nas mãos dos extremistas, disse o Pastor, acrescentando que eles não permitem mais, a entrada de cristãos no vilarejo.

26 de março de 2012

Pastor Yousef Nadarkhani escreve carta a cristãos do mundo inteiro


Leia abaixo as palavras de perseverança do pastor e lembre-se de interceder por ele.
"Graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo”.
Portanto, tambem nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos foi proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus. Hebreus 12:1-2.
Quando alguém compreende a revelação da verdade, essa pessoa estará disposto a compartilhá-la com outras pessoas e com as gerações futuras. Somos gratos às pessoas que, no passado, lutaram pela Verdade, que nos permitem ter acesso a esta gloriosa revelação de Jesus Cristo. Esses crentes entenderam a riqueza e a beleza da revelação, e estavam prontos para lutar a fim de passar adiante o fruto da revelação.
Como podemos dar frutos semelhantes para a vida eterna? Depende esolhas que fizermos. Primeiro temos que fechar os ouvidos para a voz das trevas, como está escrito no salmo primeiro: Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Salmo 1:1.
A segunda coisa é abrir os nossos ouvidos à voz do Espírito falando através da Palavra de Deus, como está escrito: Mas o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Salmo 1:2.
O fruto da A comunhão com o Senhor através da Sua Palavra Vivificante é o que garante a estabilidade nesta vida e impacta a vida de outros gerando frutos eternos, como dizem as Escrituras: E ele será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, que dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará. Salmo 01:03.
"Um passo de fé"
Muitas pessoas admiram Jesus como um modelo único a ser seguido por gerações, muitos gostariam de imitá-lo. Jesus não veio para ser apenas admirado, mas nos trouxe um modelo perfeito a ser seguido. Se queremos ser como Ele, precisamos dar um passo de fé, como Pedro. Quando Pedro viu o seu Senhor andando sobre o mar furioso, ele pediu para ir ao encontro de Jesus sobre as águas. Então Jesus disse: "Vem!".
Todos quanto escolheram seguir o Senhor, de alguma forma ouviram antes uma ordem D’ele, dizendo: "Vem!" Uma ordem que implica um passo de fé. Como é evidente nas Escrituras, aquilo que somos capazes de ver não é fé. A fé é bíblicamente definida como: "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem."
Temos que dar um passo de fé "apesar das dificuldades" ", a fim de experimentar o poder de Deus. Mas precisamos lembrar que tudo deve ser feito de acordo com a Palavra de Deus. Pedro não experimentou a possibilidade de andar sobre as águas porque ele simplesmente decidiu abandonar o barco, mas por causa da Palavra, da Ordem do Senhor. A Palavra de Deus nos diz que "deveremos passar por dificuldades" e desonra por causa do Seu Nome. A nossa fé não será genuina se ignorarmos estas palavras, se não manifestarmos a paciência do Senhor em nossos sofrimentos. Qualquer um que ignora-las será envergonhado naquele dia.
É bom lembrar que muitas vezes o passo de fé nos coloca diante de algumas dificuldades. Assim como a Palavra levou os filhos de Israel a sair do Egito e os colocou diante de um obstaculo chamado Mar Vermelho. Essas  dificuldade se colocam entre as promessas de Deus e cumprimento delas e servem para desafiar e fortalecer a nossa fé. Os crentes devem aceitar esses desafios como uma parte de sua caminhada espiritual. O Filho foi desafiado no Calvário, no caminho mais difícil, como está escrito nas Escrituras: "Durante os dias de vuda na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão; Embora sendo Filho, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu ". Hebreus 5:7-8.
O clamor "Eli, Eli, lamá sabactâni?" É suficiente para expressar os sofrimentos de nosso Senhor no Calvário. Por trás desse pedido de socorro, podemos identificar a grande fé que o levou a aceitar a vontade do Pai. Sim, Ele sabia que Deus não permitiria que "seu Santo sofresse decomposição”, e que, em três dias, ele ressuscitaria  dentre os mortos. Além do poder da morte, o Senhor enxergou o poder da ressurreição vitoriosa.
Eu não preciso escrever mais nada sobre a base da fé. Lembremo-nos que indenpendente de momentos bons ou ruins, apenas três coisas permanecem: a Fé, a Esperança e o Amor. É importante para os cristãos se certificarem que tipo de fé, esperança e amor permanecerão. Somente o que recebemos de acordo com a Palavra permanecerá para sempre. Eu quero encoraja-lo a viver de forma digna do chamado da Santa Palavra. Permitam irmãos, vocês que são herdeiros da glória de Cristo, serem exemplos para outros, a fim de ser um testemunho do poder de Cristo para o mundo.
Peço-lhes que vivam segundo a Palavra de Deus, a fim de rejeitar as ações das trevas que geram dúvidas em seus corações. A verdadeira vitória que elimina as dúvidas, vem pelo ouvir a Palavra de Deus com fé.
Somente uma igreja baseada nos ensinamentos de nosso Senhor Jesus Cristo subexistirá, longe do auxilio e da proteção da Palavra de Deus o devorador o destrurá.
“Vamos dar um Testemunho Santo. "
Seu irmão em Cristo,
Youcef Nadarkhani

Presidente do Sudão aumenta a pressão sobre os cristãos

A população negra, isto é, não árabe, do norte do Sudão é majoritariamente cristã. No Sudão, as questões étnicas e religiosas caminham juntas, o que provoca conflitos e discriminação.
A “limpeza étnica” que o presidente sudanês, Omar al Bashir, se comprometeu a realizar no país é  parte de seu planejamento de impedir o crescimento do cristianismo e bani-lo de uma vez por todas do norte do país (região de maioria muçulmana), segundo informações de organizações humanitárias da região.
Segundo fontes locais, o exército do Sudão está direcionando suas forças militares contra os cristãos do país, pois assim receberiam apoio político-militar dos muçulmanos.Tal ação pode ser vista pela maioria muçulmana no norte do país como uma “jihad” (guerra santa). Além disso, também é um meio do Sudão conseguir o apoio de outros países islâmicos.
No sul do Estado, em Kodorfan, lar de milhares de simpatizantes com o Sudão do Sul que lutaram contra as forças do governo do norte durante a guerra civil, cristãos são alvos de ataques coordenados pelo presidente Bashir e por muçulmanos radicais. As igrejas da região também sofrem com a grande oposição.
“A guerra que está em curso contra os cristãos é mais uma ‘limpeza étnica’, pois querem matar também alguns muçulmanos, mas eles preferem estabelecer os cristãos como principal alvo, para obter o financiamento e apoio de países árabes” disse o membro de uma organização humanitária que atua no país.
“Os muçulmanos do país veem os cristãos como infiéis e acreditam que o país precisa ser ‘islamizado’ por completo”, disse um sudanês.
Entre junho de 2011 e março de 2012, quatro igrejas - Igreja Episcopal do Sudão, Igreja Católica Romana, Igreja Sudanesa de Cristo e a Igreja Evangélica Presbiteriana, foram destruídas.
Pedidos de oração
• Ore por proteção para os cristãos que vivem no norte do país.
• Peça a Deus que conforte o coração dos nossos irmãos sudaneses para que eles perseverem na fé.
• Ore para que o amor de Cristo possa unir e transformar o país devastado pela guerra e desigualdades sociais.