Vários jovens, de várias denominações, inclusive eu, tiramos uma tarde para evangelizar através da arte em um parque...essa foi a nossa primeira ação!
14 de dezembro de 2012
Treinamento: evangelismo estratégico - Jocum Recife
No último final de semana, aconteceu na base de Jocum Recife (Jovens com uma missão) mais um treinamento de evangelismo onde participaram em torno de 58 pessoas. Tivemos palestras sobre Tráfico Humano, Meditação, Integridade, Evangelismo e algumas oficinas de Evangelismo com crianças, circo, dança, teatro, evangelismo criativo, etc. Foi tremendo tudo que Deus fez e falou naquele lugar...Vou levar pra minha vida toda!
16 de novembro de 2012
Noticias vindas de José Dilson E Marli (Senegal - Africa )
(SEGUE
O RELATO DA MISSIONÁRIO MARLI, ESPOSA DO REV. JOSÉ DILSON SOBRE ELE.
CONTINUEMOS ORANDO...PARA QUEM NÃO SABE ELE FOI PRESO NO SENEGAL ACUSADO DE
PREGAR O EVANGELHO PARA MENORES DE 18 ANOS.)
"Ontem, dia 09 sai cedo daqui do projeto, juntamente com o Zucki para fazer a visita ao Jose Dilson e Zeneide. Foi preciso muita forca, tanto pra mim quanto para ele. Ao aguardarmos a vez de entrar, nossos coracoes nao se continham e por muitas vezes falamos um ao outro: "Olha, nao podemos chorar agora, e preciso ser forte pro papai nao nos ver assim", mas foi impossivel nos contermos ao ve-los saindo com os outros presos e vindo em nossa direcao. Que alegria poder abraca-los! Que vontade de nunca mais larga-lo, de poder continuar ali, mas tínhamos somente 10 minutinhos de visita.
Enquanto outros missionários estavam com Zeneide, José Dilson me disse que estavam na cela com ele mais 35 prisioneiros, que nao pode dormir a noite devido a super lotação, se encaixavam um ao lado do outro como sardinhas. O calor aqui esta insuportavel, mais os mosquitos...as condicoes muito precarias. No entanto logo me disse, que assim que chegou na cela, logo conheceu um senhor ao seu lado, que tambem era cristao, este relatou-lhe que ha dentro da prisao mais 28 cristaos, que estao la por motivos diversos. Logo me disse: "Assim que sairmos daqui vamos comecar um ministerio nas prisoes aqui"(entre lagrimas). Ele esta bem abatido, mas ao mesmo tempo esta agindo: o pouco de dinheiro que havia com ele ja comprou tudo de biscoitos e alimentacao na cantina para distrubuir a alguns mais em necessidade. Nos disse que 2 pessoas ja morreram na prisao, antes de entrarem la, por falta de alimentacao. A sua propria alimentacao nao conseguiu comer, acabou dividindo praticamente toda com os presos. A comunidade missionaria brasileira esta nos assistindo de uma forma maravilhosa, visitando, encorajando, participando de decisoes, levando alimentacao em todas as horas, e dando um encorajamento em todos os sentidos. Maravilhoso e ver o corpo de Cristo em uniao. Aleluia!!!! Segunda feira será novamente um dia de visitas e estamos nos preparando para ir em uma grande, grande comitiva."
"Ontem, dia 09 sai cedo daqui do projeto, juntamente com o Zucki para fazer a visita ao Jose Dilson e Zeneide. Foi preciso muita forca, tanto pra mim quanto para ele. Ao aguardarmos a vez de entrar, nossos coracoes nao se continham e por muitas vezes falamos um ao outro: "Olha, nao podemos chorar agora, e preciso ser forte pro papai nao nos ver assim", mas foi impossivel nos contermos ao ve-los saindo com os outros presos e vindo em nossa direcao. Que alegria poder abraca-los! Que vontade de nunca mais larga-lo, de poder continuar ali, mas tínhamos somente 10 minutinhos de visita.
Enquanto outros missionários estavam com Zeneide, José Dilson me disse que estavam na cela com ele mais 35 prisioneiros, que nao pode dormir a noite devido a super lotação, se encaixavam um ao lado do outro como sardinhas. O calor aqui esta insuportavel, mais os mosquitos...as condicoes muito precarias. No entanto logo me disse, que assim que chegou na cela, logo conheceu um senhor ao seu lado, que tambem era cristao, este relatou-lhe que ha dentro da prisao mais 28 cristaos, que estao la por motivos diversos. Logo me disse: "Assim que sairmos daqui vamos comecar um ministerio nas prisoes aqui"(entre lagrimas). Ele esta bem abatido, mas ao mesmo tempo esta agindo: o pouco de dinheiro que havia com ele ja comprou tudo de biscoitos e alimentacao na cantina para distrubuir a alguns mais em necessidade. Nos disse que 2 pessoas ja morreram na prisao, antes de entrarem la, por falta de alimentacao. A sua propria alimentacao nao conseguiu comer, acabou dividindo praticamente toda com os presos. A comunidade missionaria brasileira esta nos assistindo de uma forma maravilhosa, visitando, encorajando, participando de decisoes, levando alimentacao em todas as horas, e dando um encorajamento em todos os sentidos. Maravilhoso e ver o corpo de Cristo em uniao. Aleluia!!!! Segunda feira será novamente um dia de visitas e estamos nos preparando para ir em uma grande, grande comitiva."
Jocum Internacional
4 de novembro de 2012
Evangelismo no Cemitério Dom Bosco - 02/11/2012
Dessa
vez usamos uma estratégia um pouco diferente: distribuímos abraços e
panfletos! Estávamos com uma plaquinha:
"Você
pode me dar um abraço?"
E as pessoas vinham nos abraçar, umas começavam a chorar, outras diziam que
estavam de fato precisando daquele abraço, outras nos agradeciam, outras ainda
falavam que acharam muita coragem de nossa parte tomar uma atitude dessas,
algumas passavam olhando e depois voltavam arrependidas porque queriam aquele
abraço... E o mais interessante que vinham todos os tipos de pessoas: crianças,
idosos, homens, mulheres, adolescentes, jovens.... e quando alguém nos
perguntava o motivo do abraço, nós dizíamos que aquele dia, era um dia muito
triste para a maioria das pessoas que estavam ali, que eram pessoas
angustiadas, chorando pela dor da perda e da saudade e que nada melhor que um
abraço! E em seguida, nós entregávamos o panfleto. Como muita gente não gosta
de "crente" e joga fora os panfletos, rejeitam, nem olham, o abraço
foi uma forma de quebrar isso já que não estávamos com os panfletos a mostra,
nem com nada que pregasse "religião", e por esse motivo as pessoas se
chegavam, não sabiam o porque, quem éramos, e recebiam muito bem a palavra de
Deus depois dessa quebra de preconceito.
Foi muito lindo! Não sei ao todo quantas
pessoas foram alcançadas, mas tenho uma única certeza: O Espírito Santo nos
direcionou às pessoas certas e a palavra não volta vazia. Muitas sementes foram
plantadas através desse ato simples...
29 de outubro de 2012
“Prefiro morrer como cristã do que sair da prisão sendo muçulmana”
Perto dos 40 anos de idade, a paquistanesa Asia Bibi se tornou conhecida no mundo inteiro. Casada com Ashiq Masih, mãe de cinco filhos e empregada na fazenda de um latifundiário muçulmano, sua vida não parecia muito divergente das demais mulheres de sua região; até que a data de 19 de junho de 2009 marcou sua história para sempre
Apesar de sua rotina exaustiva, comum às mulheres de uma geração que trabalha fora para ajudar no sustento da casa, todos os dias e para onde quer que fosse, Asia carregava consigo algo de muito de valor; algo que, para as autoridades do Paquistão, foi considerado um crime gravíssimo.
Certo dia, enquanto cumpriam suas funções durante o expediente da sexta-feira, 19 de junho, Asia e suas colegas de trabalho conversavam. Convertida ao cristianismo em um país de maioria muçulmana, Asia não partilhava da mesma fé que as outras mulheres e o diálogo, polêmico por natureza sempre que envolve religião e crença, evoluiu para uma discussão.
A intolerância religiosa e o extremismo que reina entre a maior parte dos devotos fanáticos falou mais alto naquela tarde também. Asia foi intimada a abandonar sua fé e o Deus em quem cria e voltar a servir Alá no islamismo. Certa da escolha que havia feito, Asia rebateu as muçulmanas com frases como: “Jesus está vivo, mas Maomé morto. O nosso Cristo é o verdadeiro profeta de Deus. Maomé não é real. Jesus morreu na cruz pelos pecados da humanidade, e Maomé, o que fez por vocês?”
Tais declarações bastaram para provocar a ira e o descontrole daquelas que ali estavam; Asia foi brutalmente agredida pelas mulheres que, diariamente, conviveram com ela por anos. A polícia foi chamada ao local e, mais uma vez, a lei da justiça parcial prevaleceu: em 8 de novembro de 2010, Asia Bibi se tornou a primeira mulher condenada à pena de morte por enforcamento pelo crime de blasfêmia.
A partir daí, protestos e movimentos diversos se seguiram por todo o mundo. Organizações de direitos humanos, jornalistas e autoridades do governo falaram publicamente em favor de Asia. No entanto, mesmo com toda a mobilização que se formou em torno do caso, no próximo mês completará dois anos que ela aguarda, na prisão, por um julgamento que considere ambos os lados antes de deferir a sentença.
Se durante o período em que estava livre, Asia já sofria perseguição por ser cristã; agora, encarcerada e proibida de conviver com sua família, a situação é bem pior. Fontes afirmaram que ela foi torturada e maltratada; impedida de beber água ou comer, por dias.
O caso de Asia permanece sem atualizações, porém, ela não foi a única a sofrer por causa de sua fé. Salman Taseer, muçulmano liberal, ex-governador da província de Punjab, foi assassinado por seu guarda pessoal, porque agiu em defesa da causa de Asia Bibi. Shahbaz Bhatti, ministro federal e único cristão no gabinete paquistanês, foi morto por se opor à lei da blasfêmia que condenou Asia. Nos últimos anos, foram registradas 45 acusações por blasfêmia; dessas, 43 pessoas foram mortas em execuções extrajudiciais.
Como já falado em notícia publicada no site da Portas Abertas Brasil, “Asia não é apenas uma pobre figura atrás das grades. Ela é uma mulher, uma esposa, uma mãe, uma irmã, e uma filha. A Igreja que ora por ela precisa se lembrar que ela é uma mulher real, e que tudo o que enfrenta no seu cotidiano é real”.
Por sua fé, Aasiya Noreen (como também é conhecida) sente na pele a Palavra de Deus escrita em Mateus 5.10, que diz: “Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus”. Asia Bibi ainda está viva por causa das orações da Igreja; como o mar, que permanece cheio d’água porque as águas dos rios não cessam de correr até ele. Por quanto tempo mais você irá orar por essa cristã? A responsabilidade de pregar o evangelho e clamar pela Igreja Perseguida é nossa também.
Redação: Ana Luíza Vastag
Apesar de sua rotina exaustiva, comum às mulheres de uma geração que trabalha fora para ajudar no sustento da casa, todos os dias e para onde quer que fosse, Asia carregava consigo algo de muito de valor; algo que, para as autoridades do Paquistão, foi considerado um crime gravíssimo.
Certo dia, enquanto cumpriam suas funções durante o expediente da sexta-feira, 19 de junho, Asia e suas colegas de trabalho conversavam. Convertida ao cristianismo em um país de maioria muçulmana, Asia não partilhava da mesma fé que as outras mulheres e o diálogo, polêmico por natureza sempre que envolve religião e crença, evoluiu para uma discussão.
A intolerância religiosa e o extremismo que reina entre a maior parte dos devotos fanáticos falou mais alto naquela tarde também. Asia foi intimada a abandonar sua fé e o Deus em quem cria e voltar a servir Alá no islamismo. Certa da escolha que havia feito, Asia rebateu as muçulmanas com frases como: “Jesus está vivo, mas Maomé morto. O nosso Cristo é o verdadeiro profeta de Deus. Maomé não é real. Jesus morreu na cruz pelos pecados da humanidade, e Maomé, o que fez por vocês?”
Tais declarações bastaram para provocar a ira e o descontrole daquelas que ali estavam; Asia foi brutalmente agredida pelas mulheres que, diariamente, conviveram com ela por anos. A polícia foi chamada ao local e, mais uma vez, a lei da justiça parcial prevaleceu: em 8 de novembro de 2010, Asia Bibi se tornou a primeira mulher condenada à pena de morte por enforcamento pelo crime de blasfêmia.
A partir daí, protestos e movimentos diversos se seguiram por todo o mundo. Organizações de direitos humanos, jornalistas e autoridades do governo falaram publicamente em favor de Asia. No entanto, mesmo com toda a mobilização que se formou em torno do caso, no próximo mês completará dois anos que ela aguarda, na prisão, por um julgamento que considere ambos os lados antes de deferir a sentença.
Se durante o período em que estava livre, Asia já sofria perseguição por ser cristã; agora, encarcerada e proibida de conviver com sua família, a situação é bem pior. Fontes afirmaram que ela foi torturada e maltratada; impedida de beber água ou comer, por dias.
O caso de Asia permanece sem atualizações, porém, ela não foi a única a sofrer por causa de sua fé. Salman Taseer, muçulmano liberal, ex-governador da província de Punjab, foi assassinado por seu guarda pessoal, porque agiu em defesa da causa de Asia Bibi. Shahbaz Bhatti, ministro federal e único cristão no gabinete paquistanês, foi morto por se opor à lei da blasfêmia que condenou Asia. Nos últimos anos, foram registradas 45 acusações por blasfêmia; dessas, 43 pessoas foram mortas em execuções extrajudiciais.
Como já falado em notícia publicada no site da Portas Abertas Brasil, “Asia não é apenas uma pobre figura atrás das grades. Ela é uma mulher, uma esposa, uma mãe, uma irmã, e uma filha. A Igreja que ora por ela precisa se lembrar que ela é uma mulher real, e que tudo o que enfrenta no seu cotidiano é real”.
Por sua fé, Aasiya Noreen (como também é conhecida) sente na pele a Palavra de Deus escrita em Mateus 5.10, que diz: “Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus”. Asia Bibi ainda está viva por causa das orações da Igreja; como o mar, que permanece cheio d’água porque as águas dos rios não cessam de correr até ele. Por quanto tempo mais você irá orar por essa cristã? A responsabilidade de pregar o evangelho e clamar pela Igreja Perseguida é nossa também.
Redação: Ana Luíza Vastag
Zona de conforto
"Ora, disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu
pai e vai para a terra que te mostrarei..." (Gênesis 12.1)
Abrão, foi convidado a sair totalmente da sua 'zona de conforto' e o 'pior' para uma terra desconhecida. Ele nao fazia ideia do lugar que Deus iria leva-lo, mas Ele foi.
Quando você precisa sair da sua zona de conforto, não é totalmente seguro pra você, há várias incertezas, porém, é neste lugar que você se desenvolve mais, cresce mais, aprende mais...
Sair da zona de conforto requer ATITUDE, DESEJO, VONTADE.
Abraão foi recompensado de uma maneira incrível, por ter saído da sua 'zona de conforto' no início de tudo. (Gn 21.2 - Tg 2.23). E assim foi também com vários homens e mulheres da Bíblia. Foi fácil? Não, pra nenhum deles, mas Deus se agrada.
Pensando em pessoas que saíram pra fazer a vontade de Deus, lembrei da mulher de Ló, que 'não queria' sair da sua casa, do seu lugar, olhando pra trás, o que aconteceu com ela? Virou uma 'estatua de sal' !
A quem nós vamos querer nos assemelhar? A Abraão? Homem que deixou a sua 'zona de conforto' para seguir uma ordem de Deus, ou a mulher de Ló?!
Por:Juliana Carvalho
24 de outubro de 2012
Jackie Hamill e Juliet -Filipinas-1992
Jackie e quatorze outros jovens de sua igreja haviam viajado da Austrália para as Filipinas para ministrar numa prisão militar. Eles estavam preocupados com a condição espiritual daqueles homens, que em sua maioria eram guerrilheiros comunistas presos por assassinato.
De repente, a calma da prisão foi interrompida por gritos e barulho de tiros. Era uma rebelião dos presos, que conseguiram dominar os guardas tomando suas armas e munição para tentar escapar.
O grupo de jovens evangelistas foi pego como reféns e ficou em poder dos sequestradores durante três dias. Durante esse tempo, Jackie e outra garota chamada Juliet foram estupradas repetidas vezes. Mas mesmo nos momentos de maior dor e vergonha Jackie orava por seus sequestradores e lhes falava do amor de Deus. Os que estavam com ela contaram que seu rosto demonstrava pânico, revolta ou ódio, mas resplandecia o brilho da luz de Jesus.
Durante o sequestro, ela também levou o grupo de jovens a cantar louvores a Deus dia e noite, anunciando Jesus todo o tempo. A presença de Deus na prisão era tão forte e o testemunho de Jackie foi tão impressionante que um dos sequestradores jogou sua arma ao chão e pediu aos outros presos que o tratassem como um dos sequestrados. O homem recebeu Jesus ali mesmo, enquanto seus colegas de prisão o amarravam.
No terceiro dia, houve um tiroteio entre os prisioneiros e os soldados que tinham vindo para acabar com a rebelião. Na troca de tiros, Jackie e Juliet foram usadas como escudo humano e acabaram baleadas. Mesmo no chão e morrendo, Jackie ergueu as mãos a Deus e orou pelos presos e pelos soldados. Então, ela cantou uma canção a Jesus e morreu ao lado de sua amiga já morta. As duas garotas tinham apenas dezesseis anos.
Quando o grupo retornou à Austrália, uma multidão se reuniu para sepultar Jackie e Juliet. A família de Jackie pediu a palavra e fez uma revelação espantosa: Jackie havia deixado uma carta na qual contava toda a história de sua própria morte exatamente como tinha acontecido! Numa visão, Deus já havia mostrado a Jackie tudo o que ela passaria na prisão, assim como sua morte.
Seus amigos também confirmaram que durante a viagem ela dizia que sabia que não voltaria viva para seu país. Mas o que mais impressiona é o motivo que a levou a ir, mesmo sabendo que seria uma viagem sem volta: “ Sei que não voltarei, mas não fiquem tristes. Não estou triste, pois, se pelo menos uma vida se entregar a Jesus, minha morte não terá sido em vão.”
Não dá para ficar indiferente diante de Jackie Hamill. Não dá para continuar a viver normalmente como se não soubéssemos o que ela fez por amor a Jesus. Temos de fazer alguma coisa. Temos de mudar de vida. O mundo está cansado de gente normal. Decida hoje ser impressionante como ela.
De repente, a calma da prisão foi interrompida por gritos e barulho de tiros. Era uma rebelião dos presos, que conseguiram dominar os guardas tomando suas armas e munição para tentar escapar.
O grupo de jovens evangelistas foi pego como reféns e ficou em poder dos sequestradores durante três dias. Durante esse tempo, Jackie e outra garota chamada Juliet foram estupradas repetidas vezes. Mas mesmo nos momentos de maior dor e vergonha Jackie orava por seus sequestradores e lhes falava do amor de Deus. Os que estavam com ela contaram que seu rosto demonstrava pânico, revolta ou ódio, mas resplandecia o brilho da luz de Jesus.
Durante o sequestro, ela também levou o grupo de jovens a cantar louvores a Deus dia e noite, anunciando Jesus todo o tempo. A presença de Deus na prisão era tão forte e o testemunho de Jackie foi tão impressionante que um dos sequestradores jogou sua arma ao chão e pediu aos outros presos que o tratassem como um dos sequestrados. O homem recebeu Jesus ali mesmo, enquanto seus colegas de prisão o amarravam.
No terceiro dia, houve um tiroteio entre os prisioneiros e os soldados que tinham vindo para acabar com a rebelião. Na troca de tiros, Jackie e Juliet foram usadas como escudo humano e acabaram baleadas. Mesmo no chão e morrendo, Jackie ergueu as mãos a Deus e orou pelos presos e pelos soldados. Então, ela cantou uma canção a Jesus e morreu ao lado de sua amiga já morta. As duas garotas tinham apenas dezesseis anos.
Quando o grupo retornou à Austrália, uma multidão se reuniu para sepultar Jackie e Juliet. A família de Jackie pediu a palavra e fez uma revelação espantosa: Jackie havia deixado uma carta na qual contava toda a história de sua própria morte exatamente como tinha acontecido! Numa visão, Deus já havia mostrado a Jackie tudo o que ela passaria na prisão, assim como sua morte.
Seus amigos também confirmaram que durante a viagem ela dizia que sabia que não voltaria viva para seu país. Mas o que mais impressiona é o motivo que a levou a ir, mesmo sabendo que seria uma viagem sem volta: “ Sei que não voltarei, mas não fiquem tristes. Não estou triste, pois, se pelo menos uma vida se entregar a Jesus, minha morte não terá sido em vão.”
Não dá para ficar indiferente diante de Jackie Hamill. Não dá para continuar a viver normalmente como se não soubéssemos o que ela fez por amor a Jesus. Temos de fazer alguma coisa. Temos de mudar de vida. O mundo está cansado de gente normal. Decida hoje ser impressionante como ela.
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